
Educação em
Direitos Humanos

O Instituto Jira Educação em Direitos Humanos é uma instituição comprometida com a educação em direitos humanos e com o desenvolvimento integral das pessoas, visando à transformação social.
Atuamos em prol da construção de uma sociedade democrática em que todas as pessoas possam se desenvolver de acordo com seu potencial, seus sonhos e seu projeto de vida.
Desenvolvemos projetos de implementação de educação antirracista em escolas e universidades, abrangendo equipes de gestão, pedagógicas, não pedagógicas, estudantes e famílias.
Oferecemos cursos de formação continuada para preparar profissionais e equipes escolares, pedagógicas e não pedagógicas, para o cumprimento adequado e integral da BNCC a partir das diretrizes da lei 10.639/2003.
Facilitamos processos de autodiagnóstico da qualidade das relações raciais em escolas, empresas, instituições ou organizações.
Fazemos palestras, rodas de conversa e encontros de letramento racial em instituições públicas e privadas e grupos da sociedade civil.
Conduzimos bancas de heteroidentificação, com o objetivo de assegurar a legitimidade das políticas afirmativas.

NOSSOS SERVIÇOS

NOSSOS PRODUTOS
Projeto Jira
Sensibilização para o desenvolvimento, aprimoramento ou consolidação da consciência racial
Público-alvo
Profissionais de equipes escolares não pedagógicas
Carga horária
60 horas
Formato
EAD autoinstrucional
Certificação
Certificado de curso livre
Público-alvo
Universidades que oferecem cursos de licenciatura
Total de aulas
40
Carga horária
33,3 horas
Formato
EAD autoinstrucional
Núcleo Específico
Educação em Direitos Humanos e Cidadania
Núcleo Pedagógico
Diversidade, Direitos Humanos e Inclusão
Disciplina
Educação para as Relações Étnico-Raciais
Público-alvo
Universidades que oferecem cursos de licenciatura
Total de aulas
40
Carga horária
33,3 horas
Formato
EAD autoinstrucional
Núcleo Específico
Educação em Direitos Humanos e Cidadania
Núcleo Pedagógico
Diversidade, Direitos Humanos e Inclusão
Disciplina
História e Cultura da África
Disciplina
História e Cultura Afro-brasileira
Público-alvo
Universidades que oferecem cursos de licenciatura
Total de aulas
40
Carga horária
33,3 horas
Formato
EAD autoinstrucional
Núcleo Específico
Educação em Direitos Humanos e Cidadania
Núcleo Pedagógico
Diversidade, Direitos Humanos e Inclusão










PROJETOS APLICADOS
QUEM SOMOS

CLEUDE DE JESUS
Diretora executiva e pedagógica
Idealizadora e fundadora do Instituto Jira, é educadora, ativista, advogada e mestra em Ciências Humanas pelo Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar Humanidades, Direitos e Outras Legitimidades (FFLCH-USP). Especialista em relações raciais e educação, atua diretamente nas escolas, conduzindo os processos de sensibilização. Também desenvolve pesquisas sobre direitos humanos, equidade, feminismo e educação para as relações étnico-raciais.

ANDRÉ SANTOS LUIGI
Diretor pedagógico
Professor de História e Pedagogo. Mestre em Educação na linha de Formação de Professores e Currículo (UFSCar) com pesquisa sobre Currículo e Ensino de História da África. Doutor em História Social da África na Unicamp. Especialista em Educação Antirracista, Ensino de História da África, Formação de Professores e Currículo. Bacharel (FFLCH/USP) e licenciado (FE/USP) em História. Especialista (Unicamp) em Ensino de História.

PRISCILLA VENERUCI
Diretora de operações
Atua nas escolas e é responsável pela organização e planejamento do negócio. Advogada e mestra em Direito Político Econômico pela Universidade Mackenzie (São Paulo, SP), com foco em Propriedade Intelectual. Coordenadora da frente de abrigos da ONG Nós do Bem, integrante do Conselho Diretivo da Liga Interescolas por Equidade Racial.

PATRICIA MOURA E SOUZA
Diretora editorial e de comunicação
Responsável pelas áreas editorial, de comunicação e marketing, tecnologia e atendimento ao cliente. É tradutora, intérprete e revisora de textos. Cofundadora do Núcleo de Ação Antirracista da Escola da Vila (São Paulo, SP) e integrante do Conselho Diretivo da Liga Interescolas por Equidade Racial.

GEISA DAS NEVES GIRALDEZ
Professora formadora
Práticas pedagógicas na Educação Infantil
Pedagoga (PUC-RJ) especialista em Letramentos e práticas educacionais (CEFET/RJ) e Docência em Educação Infantil (UNIRIO). Mestra em Artes e Cultura Contemporânea (UERJ). Criadora da Guerrilha de Imaginários, Desenhemas e outras práticas pedagógicas. Professora de Educação Básica da SME/RJ.

MOUSSÁ DIABATÉ
Professor formador
África contemporânea
Professor e pesquisador em educação, movimentos migratórios e diáspora africana. Pedagogo, licenciado em Ciências da Educação, especialista em Psicopedagogia (École Normale Supérieure de Bamako, no Mali) e mestre em Educação, Arte e História da Cultura (Mackenzie, São Paulo). Desde 2020, doutorando com dupla titulação em Educação (Université du Québec à Trois-Rivières, no Canadá, e Universidade de São Paulo).

CINTHIA PRADO
Professora formadora
Literatura e biblioteca antirracista
Bibliotecária (UNIFAI-SP) e contadora de história com 11 anos de experiência em bibliotecas escolares. Atualmente atua como bibliotecária e mediadora de leitura na Escola da Vila (São Paulo, SP). Acredita na literatura como ferramenta de transformação social.

PAULA LEBRÃO
Professora formadora
Literatura e biblioteca antirracista
Atriz e contadora de histórias, atua como auxiliar de biblioteca e mediadora de leitura na biblioteca da Escola da Vila (São Paulo, SP) desde 2006. Graduada em Interpretação Teatral pelo CAC/ECA/USP e pós-graduada no curso A Arte de Contar Histórias: Abordagens Poética, Literária e Performática, pela Casa Tombada/FACON. Formadora na área de mediação de leitura e literatura como ferramenta de letramento racial.

ABOUA KUMASSI BLAISE
Professor formador
África Contemporânea
Aboua Kumassi Koffi Blaise nasceu na Costa do Marfim, é formado em Espanhol pela Universite Felix Houphouet Boigny e é mestre e doutor em Literatura Brasileira pela USP. Pós-doutorando em História pela Universidade Federal de Sergipe, é aluno da tradição oral africana e foi discípulo do líder religioso Grand Papa.

Design instrucional
Mestre em Educação pelo Programa de Pós- Graduação em Educação da Universidade Federal de Pernambuco (PPGEdu/UFPE) e Licenciada em Pedagogia pela UFPE. Pós- graduada em Design Instrucional pelo Centro Universitário SENAC.

PAULA BETTANI
Tutoria acadêmica
Professora de Filosofia, com mestrado e doutorado pela Universidade de São Paulo (USP). Sua linha de pesquisa se concentra em ética e filosofia política, com ênfase nos afetos e paixões humanas. É faixa preta 2º grau e professora de kung fu para crianças e adultos. Desenvolve oficinas de habilidades socio-emocionais para adolescentes.

ASANTEWAA SANTOS
Gestão de redes sociais
Jovem pesquisadora interessada em raça, gênero e sexualidade. Ingressante no curso de direito da Universidade Federal da Bahia.

TALES VENERUCI
Assistente editorial e de pesquisa
Escritor formado em Roteiro para Televisão e Cinema na Toronto Film School (Toronto, Canadá). Graduando em Produção de Áudio e Engenharia de Som no Catalyst Institute of Arts and Technology (Berlim, Alemanha). Graduando em Letras (Estudos Literários) na UFMG (Minas Gerais).
O povo Ashanti, da região onde hoje é Gana, tem um sistema de escrita ideográfica, os adinkras, que preserva e transmite valores tradicionais, ideias filosóficas, códigos de conduta e normas sociais. São três os adinkras que representam nossos eixos de atuação:



Adinkra: Mate Masie
Reflete sabedoria, conhecimento e prudência. Ele significa "eu entendo", ou também "o que eu ouço, eu entendo", querendo dizer que a sabedoria também está na habilidade de ouvir o outro.
Adinkra: Nea Onnim No Sua A, Ohu
Quem não sabe pode aprender. Símbolo do conhecimento, da educação através da aprendizagem permanente e da busca contínua pelo saber.
Adinkra: Funtunfunafu-Dnεkyεmfunafu
Os crocodilos siameses têm um só estômago, mas lutam pelo alimento quando comem; é a unidade na diversidade. O símbolo enfatiza a importância da democracia em todos os aspectos da vida.
NOSSOS PRINCÍPIOS
O JIRA EM PALAVRAS
Denise Jardim, educadora, pedagoga e bióloga

Aprendi muito sobre os privilégios da branquitude e o quanto eu preciso me tornar aliada e ser antirracista. Todos os dias eu acordo e penso: 'Como eu vou ser menos racista hoje? Como entendo a minha branquitude e todos os privilégios que eu tenho desde sempre — desde os meus ancestrais escravagistas, escravocratas, e como que eu vou romper com tudo isso que está tão enraizado?' Isso é muito importante pra que eu tenha diariamente a vigilância, o olhar, a atenção ininterrupta de qual é o meu lugar e como eu devo estar atenta ao racismo. [...] Tudo isso, essa tentativa de ser um pouco melhor, eu aprendi no Jira, eu aprendi com essas mulheres maravilhosas, nos estudos, nas leituras, nos estudos de caso, nos depoimentos e na convivência, podendo entender qual é esse lugar de uma mulher de 60 anos que até bem pouco tempo naturalizava as relações e não se percebia como racista. Então eu super recomendo e digo que o Jira mudou a minha vida."
Assista ao depoimento:
Jenifer Souza, diretora pedagógica da Fábrica-Escola de Humanidades

O Instituto Jira já está presente na Fábrica-Escola de Humanidades há três anos, e nós nos sentimos muito honradas com cada encontro e com nosso processo de formação contínuo. [...] A entrada do Instituto Jira na nossa escola gerou uma transformação profunda sobre a nossa consciência dentro do letramento racial. Não só, enquanto pessoas pretas, foram potencializados os nossos saberes, e fundamentado a partir de um conjunto de referenciais, de autores como a bell hooks, como a Lélia González, Abdias do Nascimento, enfim, tantos outros e outras, como a discussão sobre branquitude e a importância do letramento para produzir aliados, gerou um resultado muito significativo na atuação dos professores em sala de aula, e também na relação interpessoal do grupo de professores."
Assista ao depoimento:


